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20 de março de 2012


Sem dúvida a minha atividade de eleição, o contacto com a natureza e a adrenalina são uma
constante nesta atividade.
Comecei a minha atividade como monitor de rafting com a Melgaço Radical a quem devo toda a
minha formação e experiencia nesta área. Para quem quiser experimentar esta atividade aconselho vivamente a Melgaço Radical uma empresa com mais de 15 anos de experiencia nesta área e com condições humanas e logísticas que podem oferecer aos seus clientes uma experiencia única.

Algumas dicas sobre a modalidade:

Historia

A história moderna do rafting teve início em 1842, quando Lieutenant John Fremont, do exército, fez suas primeiras expedições utilizando um barco desenhado por Horace H. Day. O barco possuía quatro compartimentos separados. O nome desse bote era Air Army Boats.

Em 1986, Nataniel Galloway revolucionou as técnicas de rafting mudando a direção do assento do bote, que passou a ficar virado para frente possibilitando encarar de frente as corredeiras e facilitando as manobras.

Durante as duas grandes guerras mundiais, o exército americano passou a reutilizar os botes de borracha, mas dessa vez como botes salva-vidas. Mas foi depois da II Guerra que o rafting teve um grande impulso. Aventureiros na América do Norte passaram a usar os botes excedentes no exército, muito similares aos botes de hoje.

Rio Minho

Característica do rio: de turbinagem (controlado por Barragem), permite fazer a atividade todo o ano, com corrente que varia dos 25m3/s (caudal ecológico) até aos 600m3p/s ou mais. No verão o caudal situa-se nos 125 a 325 m3/s, a partir daí os rápidos desaparecem formando-se movimentos raros de água (remoinhos, marmitas) que dificultam a navegação. As pesqueiras (muros em granito colocados estrategicamente nas margens), tornam-se perigosos quando a água os cobre, pois existem ferros e troncos que podem originar rebentamento dos rafts.
Trajeto a montante de Melgaço (barragem de Frieira -Peso) 18 km, configuração do rio com rápidos e piscinas, zonas bastante largas com margens de fácil acesso, trajeto ideal para
formação, tendo como evolvente as “pesqueiras” construções graníticas, colocadas nas margens que servem para a pesca da lampreia, sável, salmão etc.
Trajeto a “jusante “ de Melgaço, percurso curto cerca de 9 km, mais técnico, pois a configuração do rio é estreita onde as margens são compostas por grandes paredes graníticas, continuando as pesqueiras a marcar o rio neste troço tem um desnível mais acentuado, mesmo com pouca água e devido ao estreitamento proporciona momentos de grande aventura, as margens devido a este configuração são pouco acessíveis

Rio Mouro

Características do rio: sazonal normalmente só no Inverno estando sempre sujeito às chuvas e aos degelos, sucessão de rápidos com algumas passagens estreitas, com muitos obstáculos no meio (rocha) criando quedas com rolos, árvores muita baixas chegando a unir as margens.
Rio Mouro (III, IV e V) afluente do rio Minho – percurso de 5 km entre Riba de Mouro (serração) – Ponte de Tangil. Rio com grau de dificuldade elevada, caudal muito imprevisível,
apresenta caudal ideal para a atividade, quando chove e na altura dos
degelos, devido à sua configuração muito estreito, desnível acentuado, muitas rochas colocadas no meio do rio, margens baixas com muitas arvores. Com caudais grandes existe a possibilidade de formação de cravatas (barco preso numa rocha) c/queda de água acentuada. Rio muito rápido não aconselhável a pessoas com pouca experiência.